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Quando chega o carnaval, a alegria pede passagem. É hora de levantarmos os estandartes, empunharmos os instrumentos e ocuparmos as ruas, com nossos corpos-manifestos. Acreditamos na potência dos batuques, dos blocos e do samba, das encruzilhadas onde se encontram a criação do novo e a tradição popular. Esperamos o ano todo para brincar no carnaval, porque a rua e o povo precisam de festa e democracia. Não abrimos mão do carnaval popular, feito de trabalho e resistência coletiva, dos e das camelôs, musicistas, foliãs e foliões, pernaltas, dançarinas e dançarinos, costureiras e artesãos. Mas ainda lutamos para que a liberdade para todas as mulheres seja o nosso abre-alas.

Queremos colocar nossos corpos nas ruas sem medo de ser feliz! Nossa carne é de carnaval e lugar de mulher é onde ela quiser, vestida como quiser, fazendo o que bem entender. Tá liberado tudo o que for feito com respeito e consentimento!

Passadas de mão, beijos à força, puxões no cabelo e outros tipos de assédio ainda nos impedem de curtir a folia plenamente. 48% das mulheres dizem já ter sofrido algum tipo de assédio no carnaval, isso é muito grave! Ainda são muito poucas as iniciativas da prefeitura para garantir um carnaval seguro para as mulheres, cis e trans, como campanhas de conscientização, mais banheiros de rua, guardas com treinamento e mais efetivo de mulheres, além de pontos de apoio de acolhimento e encaminhamento.

Ano passado, foi aprovada na Câmara Municipal a Lei 8186/2023 “Sem Consentimento é Violência”, que prevê um protocolo de prevenção e combate ao assédio em casas noturnas. Mas no carnaval, a festa é especialmente na rua e nela precisamos nos sentir igualmente protegidas. Queremos um compromisso de ações da prefeitura durante o carnaval!

Não é não. E mais que isso: só o sim, é sim

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A campanha Rio Sem Assédio e o coletivo Não é Não, com apoio da mandata Luciana Boiteux, convidam você a também assinar o Manifesto Rio Sem Assédio no Carnaval, uma construção coletiva que visa pressionar a prefeitura do Rio a assumir um compromisso com ações efetivas de combate ao assédio e à violência contra mulheres cis e trans durante o carnaval! E também para dizer que para todas e todos nós:

Não é Não. E mais que isso: Só o Sim, é Sim.